Mês 9: A grávida de Taubaté

No 9° mês eu tinha a sensação que a minha barriga estava parecendo aquela lua gigante que aparece uma vez em milhões de anos.

Justo eu que chorei tanto no início da gravidez achando que a barriga estava pequena demais.

As últimas semanas de gestação veio acompanhada de tudo de mais estranho que pode acontecer com uma mulher.

Não se engane com esse rostinho sereno e calmo (não que eu estivesse super nervosa) porque eu realmente não estava.

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No último mês eu já não encostava mais nos pés e dependia do Diogo para amarrar meus cadarços.

Mas isso era o de menos tendo em vista que no fim do dia os pés estavam tão inchados (não mais do que no pós parto, acredite), que eu nem sabia o que era pé e o que era panturrilha. Viravam uma coisa só!

Por mais que eu trabalhasse sentada o dia todo, chegava em casa exausta e com bastante dor na lombar.

Tem também aqueles choques e dores estranhas na barriga e áreas vizinhas. Culpa da contração de treinamento, que durante o dia ajuda, mas de noite atrapalha.

Falando em noite. Esqueça! Dormir de fato é para os fracos. No 9° mês não tem travesseiro e posição que te ajude a ter uma boa noite de descanso.

Confesso que passava algumas noites caminhando pela casa já que deitada a situação piorava.

Porém, não posso reclamar tanto assim da minha fase grávida de Taubaté. Afinal, a gestação não me privou de nada. Trabalhei até o último dia, fui há todos os lugares que queria ir e me mantive disposta na maioria dos dias.

Tenho que ser justa e grata com Deus e Nossa Senhora que seguraram a barra comigo. Ao Benjamin que não fez a mamãe aqui passar mal, a paciência de Jó do marido, ao médico mara e a doula fofa que me  acompanharam com tanto amor.

Ter uma rede de apoio ao seu lado com família e amigos te dando aquele gás é uma ajuda e tanto.

Seus hormônios estão tão loucos que você faz coisas que nem percebe. E é justamente essa rede que te segura quando o bicho pega.

Decidi fazer todos esses posts contando a minha experiência mês a mês para dizer que o fim da gestação é feito de dias cansativos, mas muito gratificantes.

Sou muito feliz por ter optado por esperar a hora que o Benjamin decidisse vir ao mundo com tranquilidade e paciência.

Nenhum incômodo vale a experiência de ao menos tentar parir naturalmente.

“É tão grande o bem que espero, que todo o sofrimento me é um grande prazer”. (São Francisco de Assis)

Falando nisso se preparem que eu estou escrevendo com muito carinho como foi meu parto.

Semana que vem estará no blog!

Enquanto isso, compartilhe esses posts com as amigas.

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